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3 doenças psíquicas que podem atingir os bancários
As doenças psíquicas crescem entre os bancários, por isso, os profissionais devem ficar atentos. Nesse post vamos falar sobre a depressão, a síndrome do pânico e a Síndrome de Burnout. Acompanhe até o final para saber exatamente o que fazer caso desenvolva alguma dessas doenças.
De acordo com recente pesquisa realizada do Dieese, analisando dados da Previdência Social, a elevação de benefícios por bancários que desenvolvem transtornos mentais aumentou em 70% nos últimos anos. A suspeita é que essa elevação esteja relacionada à pressão por metas e ao excesso de trabalho. Nesse post vamos falar um pouco sobre as doenças psíquicas mais comuns entre os bancários, acompanhe.
Nesse post você vai ver
- Depressão está entre as principais doenças psíquicas que atingem os bancários
- Bancário, cuidado com a Síndrome do Pânico
- Entenda a Síndrome de Burnout
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Depressão está entre as principais doenças psíquicas que atingem os bancários
A depressão é a doença psíquica que mais gera afastamento do trabalho entre os bancários segundo o Dieese. Apesar dos números serem alarmantes, ainda existe muitos profissionais que sofrem com depressão e não procuram ajuda profissional por medo ou vergonha.
Caso você suspeite que está com depressão jamais minimize os seus sintomas. Pelo contrário, procure ajuda médica o mais rápido possível. Depressão pode ser tratada e com o tratamento adequado você voltará a se sentir feliz e a ter qualidade de vida.
Conforme mostram os números que já vimos nessa postagem, existe a possibilidade da depressão estar relacionada ao trabalho como bancário. Se isso acontecer é imprescindível o afastamento, para que você não continue frequentando o ambiente que te adoeceu até que esteja recuperado (a).
Leia também: Depressão, a doença silenciosa que atinge os bancários
O excesso de trabalho e a constante pressão por metas podem fazer com que o banco se torne um ambiente tóxico capaz de adoecer os funcionários, caso isso aconteça com você, após procurar ajuda médica é recomendável procurar ajuda jurídica para que os seus direitos sejam respeitados.
O advogado vai ajudar para que o seu afastamento aconteça da forma mais rápida possível. Além disso, caso o banco tenha responsabilidade em sua doença, você ainda pode pedir uma indenização trabalhista devido aos danos causados a sua saúde.
Leia também: Transtorno psíquicos crescem entre os bancários
Bancário, cuidado com a Síndrome do Pânico
Outra doença psíquica recorrente entre os bancários é a Síndrome do Pânico. Geralmente esse transtorno inicia com ansiedade constante que vai se agravando até se tornar a Síndrome do Pânico.
Essa doença psíquica é séria e deve ser tratada o mais rápido possível. Por isso, caso você sinta verdadeiro medo de ir para o trabalho a ponto de ter insônia, pesadelos, crises quando se aproxima o horário de entrada no banco, procure ajuda médica urgente.
O ideal é que nos primeiros sinais de ansiedade, você bancário, já procure um psicólogo e um psiquiatra para iniciar o tratamento. Quanto mais cedo a doença foi diagnosticada, mais cedo você vai recuperar a sua saúde.
Novamente, se a sua doença estiver relacionada ao trabalho, você precisará ser afastado. Não se envergonhe por isso, pois pode ter sido o próprio ambiente que te adoeceu. Não relute, siga as orientações médicas, para que possa retornar ao trabalho o mais cedo possível.
Agora se houver responsabilidade do banco em sua doença é possível solicitar indenização trabalhista, para isso, será necessário a ajuda de um advogado especialista.
Saiba mais: Bancário e a síndrome do Pânico
Entenda a Síndrome de Burnout
Agora vamos falar da Síndrome de Burnout essa está entre as doenças psíquicas que mais cresce entre os bancários, gerando afastamento. A Síndrome de Burnout gera um esgotamento físico e mental na pessoa devido às condições de trabalho.
Saiba mais: Bancário, desenvolveu Síndrome de Burnout, e agora?
O bancário com Síndrome de Burnout passa a ter extremas dificuldades para realizar até as tarefas mais simples de trabalho. E essa ansiedade e cansaço constantes se arrastam para o resto da vida do indivíduo, aos poucos a pessoa deixa de fazer todas as coisas que proporcionavam prazer e se isola. É difícil sair de casa, ir ao cinema, e até mesmo tomar um café na padaria pode se tornar uma missão impossível.
Dessa forma, o bancário com sintomas de Síndrome de Burnout deve procurar ajuda médica, e também ajuda jurídica para que os seus direitos sejam respeitados.
Vou citar aqui algumas características de um ambiente de trabalho tóxico que pode gerar Síndrome de Burnout em seus funcionários.
- Não respeitar horários de entrada e saída do trabalho;
- Isolamento e falta de integração entre os membros da equipe;
- Prazos de entrega impossíveis;
- Metas impossíveis de serem batidas sem excesso de trabalho;
- Chefes abusivos;
- Aumento da carga de trabalho sem recompensas claras;
- Insegurança quanto a estabilidade no emprego;
- Falta de clareza sobre os objetivos da equipe e empresa.
Caso você tenha desenvolvido Síndrome de Burnout e o seu ambiente de trabalho tenha algumas dessas características é possível que você tenha direito de receber indenização trabalhista.
Espero que você tenha gostado dessa postagem, continue acompanhando a gente aqui no blog e nas redes sociais, e deixe a sua dúvida nos comentários.
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OAB/RO 2580
• Advogada desde 2004.
• Gestora da pasta jurídica do escritório Monteiro Akl.
• Sócia do escritório Monteiro Akl desde 2018.
• Graduada em Direito pela Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e Letras de Rondônia – FARO, em julho de 2004.
• Habilitação na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia, em novembro de 2004.
• 2005 – exerceu cargo de Assistente Jurídica do Ministério Público de Rondônia.
• 2005 a 2009 – exerceu cargo de conciliadora no Tribunal de Justiça de Rondônia,
• 2009 a 2018 – exerceu cargo de assessora de Juiz.
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OAB/RO 2580 • Advogada desde 2004. • Gestora da pasta jurídica do escritório Monteiro Akl. • Sócia do escritório Monteiro Akl desde 2018. • Graduada em Direito pela Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e Letras de Rondônia – FARO, em julho de 2004. • Habilitação na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia, em novembro de 2004. • 2005 – exerceu cargo de Assistente Jurídica do Ministério Público de Rondônia. • 2005 a 2009 – exerceu cargo de conciliadora no Tribunal de Justiça de Rondônia, • 2009 a 2018 – exerceu cargo de assessora de Juiz.



